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Luiza Trajano
Brazilian billionaire businessperson, Magazine Luiza

Gestão do Magazine Luiza, por Luiza Trajano

🎥 Jul 01, 2021 📺 Conhecimento Investimentos ⏱ 14m 👁 102 views
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About Luiza Trajano

Luiza Trajano, chairwoman of Magazine Luiza, has been active in public discussions on economic policy, women’s leadership, and entrepreneurship. In interviews, she criticized high interest rates in Brazil, stating that they hinder credit and disproportionately affect small and micro entrepreneurs)Skip. She described the population as indebted and struggling to consume, and argued that credit scoring systems are outdated and restrict lending to small and medium enterprises. Trajano also called for a long-term national strategic plan focused on education, sustainability, and economic development, and expressed concern about political division in the country. Trajano has continued to advocate for gender equality in leadership, reiterating a goal of 50% women in top positions by 2030. She noted the recent approval of quotas for women on boards of public and mixed companies, which she described as a significant achievement. In a podcast, she discussed her family background, stating that she was raised by four maternal figures and that her commitment to reducing inequality stems from early exposure to social issues. She also announced a partnership between Magazine Luiza and the Associação Comercial de Sorocaba, where she was named an ambassador, aimed at helping local businesses enter the company’s marketplace.

Source: AI-verified profile updated from Luiza Trajano's recent appearances. Browse all interviews →

Transcript (5 segments)
✨ AI-enhanced transcript with speaker attribution
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Host0:00
Salve, salve, salve, vencedor! Você quer aumentar seu conhecimento e economizar tempo? Então você está no lugar certo. Antes, inscreva-se no canal e vamos juntos em busca do nosso sucesso. Luiza, uma dúvida: seguindo esse momento de pandemia, mas olhando para frente, como você falou, como você faz a gestão da Magazine Luiza? Como você motivava seu time, principalmente para enfrentar momentos de dificuldades e olhar para frente? E como é que você liderava? Acho que isso é importante para todo mundo que tem seu negócio, todo empreendedor.
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Luiza Trajano0:34
Eu sou muito mais preocupada quando não tem stress do que quando tem stress. Quando a gente vive um momento de dificuldade, você tem que ser muito mais calmo. E eu lembro muito de uma historinha que eu amei e que eu usei muito antes da pandemia. Porque o Magazine Luiza de repente estourou, estava tudo muito bom. Então, Amyr Klink fala que quando ele ficou na primeira viagem que ele fez, ele ficou 30 dias sem dormir, sem comer, sem nada. Quando o mar estava calmo, ele estava chegando na Argentina, não tinha nenhum barco, ele resolveu tirar a roupa e deitar na rede por 30 segundos. Ele não bateu no teu barco. Então assim, quando as companhias estão muito bem, que entrou na bolsa, que pegou o dinheiro e que tem sócios melhores, eu acho mais perigoso do que quando está tudo dando errado, porque você fica menos alerta. Então, na pandemia, eu fiquei feliz com o time do Magazine Luiza porque nós temos uma cultura que é quase uma religião. Se você for em qualquer uma das 1500 lojas, vão falar a mesma língua, é impressionante. A gente esse ano mesmo ganhou o primeiro lugar para se trabalhar. Nós estamos há 23 anos entre as 5 melhores empresas. Só o ano passado a gente comprou 17 empresas. Então isso é muito pesado. Para isso, a nossa primeira agora acima de um milhão. Então, gente, eu tinha muito medo dessa cultura não passar. E quando vem a pandemia, pela primeira vez a companhia estava capitalizada. A família tinha vendido uma porcentagem e colocado todo o dinheiro. Nós já temos 50% de venda no digital, que perto dos nossos concorrentes que tinham venda física, era um espetáculo. E o que eu fiquei muito feliz foi que eles pararam tudo e falaram: tem uma historinha do Milton que fala que você vai atravessar uma estrada muito ruim. Tem uma carroceria que tem sete cavalos e tem um cavalo só. E aí eles começaram a conversar um com o outro. O que tinha sete cavalos falou: 'Ah, eu tenho sete, se morrer um, eu fico com outro, se machucar, eu fico com outro.' O Diogo falou: 'Eu tenho que cuidar muito bem desse, porque se ele morrer, eu não tenho como fazer.' E o Frederico conta que na época ele leu 'A Arte da Manutenção da Carroça' e ele falou: 'Eu fiz de conta que eu só tinha um.' E separei o dinheiro que tinha entrado, separei 50% e fiz de conta que só tinha um. Então eu tinha que cuidar. Em 15 dias eles criaram o 'Parceiro Galo', que era para aquelas pessoas que ficaram em casa poderem entrar no nosso aplicativo e vender. Esse vendedor do Magazine Luiza, você sabe que muita gente vendia hoje para comer amanhã. É um, 60% de pessoas, uma desigualdade social tremenda que nós não podemos fugir disso. E aí apareceram e criaram para aqueles pequenininhos que não tinham como entrar no Marketplace. O Marketplace tem que ter um site, você subir as suas vitrines. Parceria com o Sebrae, reunião todo dia explicando o que era digital. Entrou mais de 600 mil vendedores. Até hoje a gente tem 60 mil pessoas que todo dia vendem um produto para a companhia. E cuidar da saúde, criar a telemedicina, contrataram médicos, ligaram para todos os nossos convênios e colocaram. Hoje a gente tem sete laboratórios. E teve um que tinha um japonês e uma equipe só colocando os hospitais que estavam lotados, que a loja precisava fechar. Não demitiram ninguém, nem os que estavam para ser demitidos. E com isso foi um dos maiores crescimentos da companhia. E quando eu comecei a emitir, 'não vai demitir igual a vacina agora', que só me ligavam: 'Cê tá ficando louca? Essa bandeirinha tá aí.' Eu falo: 'Gente, eu tô falando agora: daqui três meses eu preciso de mentir, eu volto para os veículos.' E falam que eu não preciso de mentir. A gente contratou 5 mil pessoas registradas o ano passado. Então assim, essa não acomodação, esse cuidado do nosso DNA, do jeito que a gente é, que deixou muito tranquilo até para cuidar das pequenas e médias empresas. E eu dei 400 mil reais para pequenas e médias empresas, porque as medidas emergentes do governo foram boas, mas as pessoas não entendiam. Não tô falando do dinheiro que demora a sair, mas as emergentes, a grande trabalhista, serviram, foram boas, mas as pessoas não entendiam. Então a gente foi de parar, de parar, de parar. E eu fiquei... porque assim, as pequenas e micros empresas foram muito mais pesadas. A gente vamos falar, não foi fácil porque elas dependiam de muita coisa, não estavam no digital. Então assim, ajudou isso muito.
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Host5:42
Bom, pós-pandemia. A pergunta agora: o que mais que era para trás e para frente? Agora pode seguir? Nunca mais nós vamos ser os mesmos.
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Luiza Trajano5:50
Eu acho que a gente não entendeu ainda que essa pandemia mexeu com todo mundo. É uma coisa muito séria, gente. As pessoas que ficaram muito presas... Ontem o nosso Marcelo Silva, que é o nosso diretor, vice-presidente do conselho, ficou sete anos se eu da companhia. Todo mundo acha que eu passei sobre Frederico, eu acho que dá um pouco de Ibope. Eu só acho que eu sou ruim de tamanho, desse valor no mundo. Passou por um filho, né? Mas não foi, foi Marcelo Silva. E ele ficou dois anos preso, sabe? Ontem ele chegou de volta. E assim, é muito difícil a pessoa que ficou. Ela vive num mundo muito... ele trabalhou muito, presidente do dever, mas fez muita falta. Eu acho que nós não somos os mesmos, gente. É de renascer para o novo mundo. Isso é muito importante. O consumidor não é o mesmo. O consumidor brasileiro ele descobriu que ele... 400 anos de escravidão, ele nunca se sentiu que o país era dele. Ele tinha dois papéis: ou colonizador ou colonizado. Quando eu abria as minhas redes sociais, as pessoas falavam: 'Eu te admiro muito, mas você cresceu, se perdeu.' E tal. Hoje quando eu abro, elas só falam: 'Olha, eu te admiro, você se perdeu, mas eu não quero parar de comprar de você porque você tá ajudando o Brasil.' Eu nunca pensei que eu fosse escutar isso. A pandemia trouxe um papel de cidadania para as pessoas muito maior do que nós podemos pensar. E ainda vem que essa área financeira é muito esperta, né? Esse povo de banco é um espetáculo de esperto, né? E no mundo inteiro, eles quando pegam uma coisa assim, eles pegam muito mais rápido que a gente. Então assim, o ESG nada mais é porque o consumidor está exigindo isso. Se eu fosse qualquer loja, alguém tratar mal um negro ou uma mulher, pode ser uma pessoa que tem 15 seguidores que grava, daí um pouquinho todo mundo tá sabendo, porque as pessoas não estão se perdoando. Mas elas estão desse jeito. Então isso tudo a pandemia trouxe: as pessoas para dentro de casa, trazer as pessoas para essa correria que tinha 10 mil coisas ao mesmo tempo. As pessoas mudaram. Tenho medo da doença, detergente é muito sério. Nós devemos, nós estamos vivendo, não sabe se ela vai voltar agora, ela terminou, mas não sabe se vai voltar. Então isso gerou nas pessoas uma série de coisas. E eu queria mostrar uma foto para vocês. Eu fiquei 15 dias... eu tenho três netos que moram fora. Em julho, eu fiquei 14 dias em Portugal fazendo quarentena, trabalhando de lá. Depois eu fui para França, que mora lá, e lá acharam que eu já não precisava. E eu fui para a Galeria Lafayette, que é o centro de consumo do mundo, da Europa. Vocês concordam comigo ou não? Aquele mezanino lindo. Agora vocês não sabem o que eu encontrei lá e que eu tô usando as minhas panelas. Talvez eu consiga a foto aí. Vamos ver se eu consigo fazer. A gente consegue colocar foto? Luiza, me deram o recado aqui que consegue. É uma foto que tem... Eu trouxe um coração que a palavra... Alguém achava que a gente encontrar isso na Galeria Lafayette? Me responde, gente. Achava? É inteirinha em julho. Então nesse momento a gente tem que ter muito cuidado com a gente mesmo, saber que a gente não é o mesmo. Mas na empresa a gente tá usando muita palavra 'renascer'. Renascer para o novo ciclo e entender que o consumidor mudou. O consumidor não é o mesmo porque ele viveu coisas muito profundas. Então quando a gente vê isso no centro de consumo em julho, e a França tá sendo um dos que estão mais revendendo rápido, restaurantes novos. Você viu o que que eles fizeram? Eu tô acompanhando muitos dos países para esse renascimento. Então a gente tem que entender o que que mudou com isso. Mudou a forma da gente lidar com as pessoas, a forma da gente lidar com o consumidor, a forma da gente lidar. Nós temos que entender que empatia, trocar de lugar com o outro, é uma coisa que eu estou pregando muito. E o que a pandemia nos trouxe é: para já não dá mais para ter diagnóstico, opinião, planejamento, gerúndio: 'tô fazendo, tô pensando, tô indo'. Essa era digital é assim. Gente, eu tinha um filme maravilhoso que é 'Para Já', em compensação não deu para por aí, mas é de uma menina de 15 anos que sobra. Luiza, eu fui dar uma palestra numa escola antiga de Ribeirão Preto que queria se modernizar. Uma menininha de 13 anos: 'Luiza, eu tô pensando, eu tô analisando, que opinião que você me dá para eu fazer um projeto um dia da minha vida?' Tão aí, é uma judiação, não dá para passar aí. Eu peguei o Miguel, vamos ali, Vitória, sai segunda-feira, começa, pega três alunos aí, começa a fazer. E daí um mês ela me mandou: gente, é muito emocionante. Ela não só pegou cinco meninos, pegou a avó que era professora e começou a dar aula para os menininhos que é casado. E ela gostou tanto que aí ela falou: 'Ana Luiza, eu quero te agradecer que eu adorei a experiência. E agora eu quero fazer para os alunos da minha escola e quero oferecer para os filhos dos funcionários do Magazine Luiza de Ribeirão Preto. Não tem custo, é de graça, todo mundo tem. E eu vou fazer uma turma em um mês.' Então assim, é aprendendo a fazer. Gente, é 'para já'. Eu tô lançando. Esse é 'para já', porque todo mundo fez o estudo meu, falou assim: 'A Luiza é para já.' Criar até o logo isso antes da coisa. E tem mais uma coisa: ninguém fala para mim que sabe uma coisa que sai do serviço. Exigiu de serviço. O ministro Ayres, eu tava no evento do Parlatório e ele falou assim: 'Luiza, você tá usando um pouco a palavra constituição. Tudo que você vai fazer tá na Constituição.' E eu adoro que os outros falam que eu não quero ouvir. Falou: 'Me diz muito obrigado.' Só que a Constituição fala o que eu tô procurando: o como. Mas eu tenho que usar mais ela mesmo. Mas vamos fazer uma coisa: a mulher do Brasil está precisando aprender Constituição. Você não quer montar um curso para dar para nós? Não pode deixar que eu vou montar. Assim, a gente tem que pegar os talentos e começar a fazer acontecer. Esse momento exige que a gente tenha atitude. É atitude. Nós temos que ter atitude. Errou, não tem que ter compromisso com erro. Errou, redireciona o erro rápido. É a sinta-se startup. Vocês são tomados por isso, né? Acertou, multiplicou. E tu não fica com medo de multiplicar alguém tomar de você. É atitude. É fazer acontecer. É 'para já'. E entender que o consumidor mudou. E por isso que o financeiro, dois só para terminar: 2011, quando a gente entrou na bolsa, eu fui fazer roadshow e eu colocava: 'Só não melhor empresa, a gente tem propósito.' E não sei que saía de lá, eu falava assim: o André lembra bem, falava assim: 'Diante, não vai te dar uma ideia, mas um dólar a mais, nem nada, mas eu vou continuar fazendo o que eu nunca pensei.' É que depois de dez anos eu fosse convidada por fundos para falar de propósito, de igualdade, de tudo mais, porque eles sabem que resultado a curto prazo agora não resolve. Só financeiro é muito rápido. E quando entra no financeiro, todo mundo entra. É impressionante, ele sabe fazer, sabe fazer bem feito também, tem dinheiro para fazer porque ganha bem. Mas tudo bem, tá fazendo dinheiro não é tudo, mas sabe fazer melhor.
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Host13:49
Se você quer aprender lições valiosas e fazer o melhor investimento da sua vida, mesmo com pouco dinheiro, então veja o primeiro link da descrição. Vocês aí que assistiram, ficaram com a gente até agora, obrigado pela moral. Obrigado por acompanhar. O mais importante de tudo é você se inscrever no canal e deixar o like, porque para você saber quando vai ter o próximo. Disse acreditar que ela queria mesmo de sempre isso. Rapaziada, é isso aí!